Pular para o conteúdo
Entrar em contato

Pouso Alegre, MG

Dra. Lyvi Silveira

Sou a Dra. Lyvi Silveira, médica pediatra. Atendo crianças e adolescentes com sobrepeso, obesidade, baixo peso, dificuldade para ganhar peso e deficiências nutricionais. Também acompanho suplementação, amamentação, uso de fórmulas e introdução alimentar.

  • CRM 53172/MG
  • RQE 35477, Pediatria
  • RQE 35478, Medicina Intensiva Pediátrica
Dra. Lyvi Silveira, de jaleco branco e estetoscópio, com os braços cruzados.
Retrato da Dra. Lyvi Silveira, de jaleco branco, sobre fundo verde.

Sobre mim

O cuidado de uma UTI, aplicado no consultório

Sou médica formada pela UNIFENAS em 2010, com residência em Pediatria e em Medicina Intensiva Pediátrica no Hospital Santa Marcelina, em São Paulo. São mais de quinze anos de pediatria. Atualmente coordeno a UTI Pediátrica do Hospital das Clínicas Samuel Libânio e sou professora de Pediatria na Universidade do Vale do Sapucaí, a Univás.

Na UTI, a nutrição de uma criança grave é calculada, medida e revista todos os dias. O consultório é onde esse mesmo cuidado chega antes, quando ainda é sobre ganhar peso, sobre o exame que veio alterado, sobre a refeição que virou briga em casa.

  • A alimentação tratada como base da saúde e do desenvolvimento

  • Conduta técnica e didática, explicada à família em cada etapa

  • Atendimento presencial de crianças e adolescentes em Pouso Alegre

Entrar em contato

Formação

  1. Graduação em Medicina

    UNIFENAS, Universidade José do Rosário Vellano, 2010

  2. Residência médica em Pediatria

    Hospital Santa Marcelina, São Paulo

    RQE 35477, Pediatria

  3. Residência médica em Medicina Intensiva Pediátrica

    Hospital Santa Marcelina, São Paulo

    RQE 35478, Medicina Intensiva Pediátrica

  4. Pós-graduação em Nutrologia Pediátrica

    ABRAN, Associação Brasileira de Nutrologia

Atuação

Onde atuo hoje

  • Coordenadora da UTI Pediátrica

    Hospital das Clínicas Samuel Libânio, em Pouso Alegre.

  • Professora de Pediatria

    Universidade do Vale do Sapucaí, a Univás, em Pouso Alegre.

  • Atendimento em consultório

    Pronto Clínica Dr. Luna, no Centro de Pouso Alegre. É aqui que a consulta acontece, às terças e às sextas.

Localização e horários

Onde e quando atendo

Pronto Clínica Dr. Luna

Rua Coronel Otávio Meyer, 223, CentroPouso Alegre, MG, CEP 37550-067
Abrir no Google Maps

Local acessível

Horários

Terça
13h30 às 15h30
Sexta
10h às 12h

Como é o atendimento

  • Presencial, no consultório

    As consultas acontecem na Pronto Clínica Dr. Luna, em Pouso Alegre.

  • Atendimento particular

    Não há atendimento por convênio.

Perguntas frequentes

Dúvidas que chegam antes da consulta.

O que as famílias mais perguntam quando entram em contato pela primeira vez.

  • Faz. Uma avaliação dedicada à alimentação e ao crescimento não substitui nem contraria o pediatra que acompanha seu filho, é um olhar concentrado em um ponto específico. O acompanhamento de rotina continua com ele, e eu trabalho junto sempre que necessário. Se a sua preocupação persistiu depois da consulta, ela merece ser investigada.

  • Atendo alimentação, peso e crescimento: obesidade e sobrepeso infantil, baixo peso e dificuldade para ganhar peso, seletividade alimentar, deficiências nutricionais e suplementação, amamentação, fórmulas e introdução alimentar, alimentação vegetariana e vegana e alimentação da criança com autismo. Não faço consulta de rotina, calendário vacinal nem pronto atendimento, isso segue com o pediatra que acompanha seu filho, e eu trabalho junto com ele.

  • Quando o peso sai da faixa esperada para a idade e não volta, quando muda de faixa rapidamente em poucos meses, ou quando a preocupação já está atrapalhando as refeições em casa. Não existe um número único que sirva para toda criança: o que importa é a trajetória dela na curva, comparada com o histórico dela mesma e com a estatura dos pais.

  • Não, nas duas perguntas. Bebê e criança acima do peso não é indicador de saúde, e a maior parte das crianças com excesso de peso chega à adolescência ainda acima do peso. Quanto mais cedo se olha para isso, mais leve é a conduta, e menos ela precisa envolver restrição.

  • Baixo ganho de peso quase nunca tem causa única. As mais frequentes são a quantidade e a qualidade do que é oferecido, a rotina das refeições, perdas por problemas digestivos e, com menos frequência, doenças que aumentam o gasto de energia. Por isso a consulta começa investigando antes de mudar o cardápio, mexer na alimentação sem saber a causa costuma custar meses.

  • Pode ser fase, e pode não ser. Recusa de grupos inteiros de alimentos por mais de alguns meses, com repertório que só encolhe, deixou de ser fase e passou a ter risco nutricional, principalmente de ferro, zinco e cálcio. O primeiro passo é medir esse risco. Forçar, barganhar e esconder legume no suco não resolvem, e costumam piorar.

  • Não do jeito que se espera. Não existe vitamina que faça a criança querer comer. O que existe é o contrário: quando falta ferro ou zinco, o apetite pode diminuir, e corrigir a carência devolve o apetite que ela já tinha. Se a criança não come e não tem carência, o caminho é entender o comportamento alimentar, não suplementar.

  • Traga os exames. Alteração em ferro, ferritina, vitamina D, vitamina B12, colesterol ou glicemia quase sempre precisa ser lida junto com o que a criança come, com o peso e com a curva de crescimento, o número isolado diz pouco. Não interpreto valor de exame fora da consulta, mas é exatamente esse cruzamento que a consulta faz.

  • É mais comum do que parece, e raramente é falta de fome. Recusa nos primeiros meses de introdução alimentar costuma envolver forma de oferta, consistência, horário em relação às mamadas e o clima da refeição. O que muda a conduta é saber se o peso e a curva estão acompanhando ou não, por isso a avaliação começa por aí.

  • Pode, com acompanhamento. Dieta vegetariana bem planejada atende às necessidades da infância; a vegana exige atenção maior e suplementação de vitamina B12 sempre. Os nutrientes que mais pedem cuidado são B12, ferro, cálcio, zinco e ômega 3, e o acompanhamento inclui exames periódicos. O risco não está em tirar a carne, está em tirar sem substituir.

  • A evidência disponível não sustenta a retirada de glúten e caseína como tratamento do autismo. Restringir sem indicação tem custo: reduz ainda mais o repertório de uma criança que muitas vezes já come pouca variedade, e pode gerar carência. Quando existe alergia ou intolerância documentada, a restrição é indicada, e aí é feita com substituição planejada.

  • A caderneta da criança, exames dos últimos doze meses, se houver, e a lista de tudo o que ela usa: remédio, vitamina, suplemento, fórmula. Se der, anote por três dias o que ela come e em que horários, esse diário muda a consulta mais que qualquer exame. E venha com a sua principal preocupação escrita.

Ficou com alguma dúvida que não está aqui? Entrar em contato